Friday, May 28, 2010
Eu e o mundo
O mundo, apesar de sumamente belo, muito além dos nossos olhos, comporta também fealdades insuportáveis, felizmente quase sempre longe dos nossos olhos também.
Além disso, comporta inúmeras imperfeições e injustiças, se visto com um pouco mais de atenção. Quanto melhor se observa mais imperfeições se descobrem.
Há muitos anos que venho educando o meu olhar (interior) para ignorar as imperfeições do mundo, as imperfeições dos outros e as minhas próprias imperfeições.
Mesmo sabendo que existem, o meu olhar está perfeitamente treinado para não as ver.
Assim, este mundo, que sei imperfeito, parece-me sempre perfeito. As rugosidades fazem parte da obra prima.
As pessoas, que sei imperfeitas (como eu) vistas de perto, aceito-as como são sem as julgar. Gosto de passar por elas e depois seguir.
Ou ficar parado a sentir passar a vida como um riacho, sentado na margem, olhando com simpatia as plantas, as árvores e os animais.
Sentindo o vento no rosto,
Como uma carícia de Deus.
Além disso, comporta inúmeras imperfeições e injustiças, se visto com um pouco mais de atenção. Quanto melhor se observa mais imperfeições se descobrem.
Há muitos anos que venho educando o meu olhar (interior) para ignorar as imperfeições do mundo, as imperfeições dos outros e as minhas próprias imperfeições.
Mesmo sabendo que existem, o meu olhar está perfeitamente treinado para não as ver.
Assim, este mundo, que sei imperfeito, parece-me sempre perfeito. As rugosidades fazem parte da obra prima.
As pessoas, que sei imperfeitas (como eu) vistas de perto, aceito-as como são sem as julgar. Gosto de passar por elas e depois seguir.
Ou ficar parado a sentir passar a vida como um riacho, sentado na margem, olhando com simpatia as plantas, as árvores e os animais.
Sentindo o vento no rosto,
Como uma carícia de Deus.