Wednesday, March 17, 2010
Soneto
Soneto aos meus amores
Uma pequena clareira entre árvores altas;
Um carro amarelo como um pedaço de sol;
A tarde perfeita dos meus amores perfeitos,
Que sempre levarei para onde for.
Aquele já não sou eu. Aqueles já não são eles.
Mas qualquer deles será sempre em mim
Mais meu do que o ar que eu respirar.
Irá comigo aonde o tempo não pode nem tocar.
Não tenho muito para apresentar,
Grandes feitos nem boas acções;
Terei comigo a lembrança daqueles corações.
Deus é amor e amor é Deus.
Fui daqueles que pôde vê-lo de perto,
Mesmo se queimar os olhos foi meu destino certo.
Uma pequena clareira entre árvores altas;
Um carro amarelo como um pedaço de sol;
A tarde perfeita dos meus amores perfeitos,
Que sempre levarei para onde for.
Aquele já não sou eu. Aqueles já não são eles.
Mas qualquer deles será sempre em mim
Mais meu do que o ar que eu respirar.
Irá comigo aonde o tempo não pode nem tocar.
Não tenho muito para apresentar,
Grandes feitos nem boas acções;
Terei comigo a lembrança daqueles corações.
Deus é amor e amor é Deus.
Fui daqueles que pôde vê-lo de perto,
Mesmo se queimar os olhos foi meu destino certo.
Labels: amarelo, amores, árvores, carro