Tuesday, March 16, 2010
Filosofia do Direito
Ao mesmo tempo que se aprendem os princípios fundamentais do
Direito, conceitos e regras, etc. e se vai também tomando conhecimento do
ordenamento jurídico em vigor, vão-se formatando as mentes para uma
apreciação cada vez mais abstracta da realidade. Cada vez mais impessoal
e fria.
Ora, o Direito, apesar da sua generalidade e abstração, na verdade,
aplica-se a pessoas concretas e vivas.
E apesar de compreender que, por vezes, o uso do linguajar tecnicojurídico
pode ajudar a centrar as questões nos pontos que verdadeiramente
interessa resolver, não deixa de ser um bocadinho ridícula essa linguagem
fria perante a vida, sempre quente, palpitante, imprevisível, racional mas
também profundamente irracional.
O Direito impressionou-me a dada altura da minha vida por ser
expressão da inteligência racional. Deixou de me encantar porque a
inteligência não é exclusivo do Direito. Está por toda a parte.
A vida, essa sim, encanta-me cada dia, a cada instante. Plástica como
a água e o vento, corre para onde lhe apraz. E faz dessa liberdade, bela e
louca, uma dança feliz perante a qual o Direito jaz como um cadáver em
decomposição que alguns tentam permanentemente maquilhar para parecer
vivo.
Direito, conceitos e regras, etc. e se vai também tomando conhecimento do
ordenamento jurídico em vigor, vão-se formatando as mentes para uma
apreciação cada vez mais abstracta da realidade. Cada vez mais impessoal
e fria.
Ora, o Direito, apesar da sua generalidade e abstração, na verdade,
aplica-se a pessoas concretas e vivas.
E apesar de compreender que, por vezes, o uso do linguajar tecnicojurídico
pode ajudar a centrar as questões nos pontos que verdadeiramente
interessa resolver, não deixa de ser um bocadinho ridícula essa linguagem
fria perante a vida, sempre quente, palpitante, imprevisível, racional mas
também profundamente irracional.
O Direito impressionou-me a dada altura da minha vida por ser
expressão da inteligência racional. Deixou de me encantar porque a
inteligência não é exclusivo do Direito. Está por toda a parte.
A vida, essa sim, encanta-me cada dia, a cada instante. Plástica como
a água e o vento, corre para onde lhe apraz. E faz dessa liberdade, bela e
louca, uma dança feliz perante a qual o Direito jaz como um cadáver em
decomposição que alguns tentam permanentemente maquilhar para parecer
vivo.
Labels: abstração, direito, generalidade, vida