Wednesday, March 17, 2010
Agora é sempre
Agora é sempre
Os filósofos, os homens religiosos, os místicos e muitos outros preocuparam-se com questões deste tipo:
Que lugar terei no além de acordo com o merecimento obtido nesta vida? Uns temeram o inferno, outros acharam-se merecedores talvez do paraíso.
Ou: A vida é boa ou má? Vale a pena ser vivida? Que sentido e propósito tem esta nossa breve passagem por aqui?
Mas que trapalhada! Que invencionice tola!
Digo: Do além nada sabemos, cuidemos antes do aquém.
Procuremos viver em harmonia, de acordo com uma sã consciência, respeitando-nos e respeitando os outros e a natureza, zelando pelo florescimento de bons sentimentos e tratando de deixar passar aspectos menos bons da nossa natureza.
Mas não por medo de qualquer castigo, apenas por respeito e prazer por existir em harmonia com o bem. O nosso e o alheio.
Estamos de passagem por um lugar fantástico, que só superficialmente entenderemos, onde nos há-de calhar uma quota parte de bem-aventurança e outra de sofrimento, sem aparente relação com o nosso merecimento.
Viver foi-nos dado. Pois simplesmente vivamos, é supremamente belo e basta.
Depois, regressemos simplesmente ao não-ser, de onde viémos. Existência e não-existência são apenas os polos da energia divina inerente a tudo. Podemos chamar-lhe Deus. E estamos nele agora como sempre estivémos e sempre estaremos. Nada há a temer.
Os filósofos, os homens religiosos, os místicos e muitos outros preocuparam-se com questões deste tipo:
Que lugar terei no além de acordo com o merecimento obtido nesta vida? Uns temeram o inferno, outros acharam-se merecedores talvez do paraíso.
Ou: A vida é boa ou má? Vale a pena ser vivida? Que sentido e propósito tem esta nossa breve passagem por aqui?
Mas que trapalhada! Que invencionice tola!
Digo: Do além nada sabemos, cuidemos antes do aquém.
Procuremos viver em harmonia, de acordo com uma sã consciência, respeitando-nos e respeitando os outros e a natureza, zelando pelo florescimento de bons sentimentos e tratando de deixar passar aspectos menos bons da nossa natureza.
Mas não por medo de qualquer castigo, apenas por respeito e prazer por existir em harmonia com o bem. O nosso e o alheio.
Estamos de passagem por um lugar fantástico, que só superficialmente entenderemos, onde nos há-de calhar uma quota parte de bem-aventurança e outra de sofrimento, sem aparente relação com o nosso merecimento.
Viver foi-nos dado. Pois simplesmente vivamos, é supremamente belo e basta.
Depois, regressemos simplesmente ao não-ser, de onde viémos. Existência e não-existência são apenas os polos da energia divina inerente a tudo. Podemos chamar-lhe Deus. E estamos nele agora como sempre estivémos e sempre estaremos. Nada há a temer.