Thursday, February 04, 2010
Psicologia das organizações
Para a imensa maioria das pessoas, a vida é, pelo menos na chamada idade activa, uma luta quotidiana pelas melhores condições possíveis dentro das limitações concretas de cada um. Integrados em organizações, os indivíduos transpõem para esse palco a competição que já foi um dos modos de funcionamento na escola.
Muitas vezes o indivíduo é convocado para ajudar a construir algo. Outras para destruir. Quando se trata de construir, na competição entre indivíduos, progridem mais e mais depressa os melhores. Quando se trata de destruir, progridem mais e mais depressa os piores, os menos escrupulosos, os mais grosseiros e cruéis.
Nas organizações, sujeitas sempre a hierarquias, frequentemente vemos subir os piores, em detrimento dos melhores, por causa do próprio desnível de ambição. Os piores com muita ambição vão longe, sobem alto. Os melhores, mas menos ambiciosos, acabam por ficar nos níveis inferiores ou muitas vezes acabam por ser simplesmente excluídos da organização.
Muitas vezes o indivíduo é convocado para ajudar a construir algo. Outras para destruir. Quando se trata de construir, na competição entre indivíduos, progridem mais e mais depressa os melhores. Quando se trata de destruir, progridem mais e mais depressa os piores, os menos escrupulosos, os mais grosseiros e cruéis.
Nas organizações, sujeitas sempre a hierarquias, frequentemente vemos subir os piores, em detrimento dos melhores, por causa do próprio desnível de ambição. Os piores com muita ambição vão longe, sobem alto. Os melhores, mas menos ambiciosos, acabam por ficar nos níveis inferiores ou muitas vezes acabam por ser simplesmente excluídos da organização.
Labels: organizações, psicologia