Monday, December 14, 2009
Ai que prazer...cumprir um dever...
“Ai que prazer
Não cumprir um dever...” Alberto Caeiro
Todos temos deveres. Coisas que, a bem ou a mal, se nos impõem.
Têm de ser feitas. Algumas podem ser adiadas, outras nem isso.
Sempre me entendi como um espírito que aspira a ser livre. Sabe que não pode ser, que somos escravos da necessidade e prometidos à morte. Mas a aspiração está lá, não morrerá senão com a impossibilidade de aspirar (oxigénio).
Tenho aprendido desde há muito, com razoável sucesso, a encarar os meus deveres como algo a que, não podendo fugir, posso, primeiro dar atenção, depois procurar outro ângulo. Um ângulo por onde o dever, o que tem de ser, parece um prazer.
Então, bem-disposto, vou-me a ele...
Não cumprir um dever...” Alberto Caeiro
Todos temos deveres. Coisas que, a bem ou a mal, se nos impõem.
Têm de ser feitas. Algumas podem ser adiadas, outras nem isso.
Sempre me entendi como um espírito que aspira a ser livre. Sabe que não pode ser, que somos escravos da necessidade e prometidos à morte. Mas a aspiração está lá, não morrerá senão com a impossibilidade de aspirar (oxigénio).
Tenho aprendido desde há muito, com razoável sucesso, a encarar os meus deveres como algo a que, não podendo fugir, posso, primeiro dar atenção, depois procurar outro ângulo. Um ângulo por onde o dever, o que tem de ser, parece um prazer.
Então, bem-disposto, vou-me a ele...
Labels: cumprir, dever, morte, prazer