Tuesday, November 10, 2009
Um doce mas perigoso engano
Durante a nossa infância e sobretudo na adolescência somos alimentados por histórias de amores perfeitos, pares ideais, amor para toda a vida, amor único, etc.
Talvez isso seja o resultado da sedimentação cultural da extrema sensibilidade e intensidade com que realmente cada um vive o primeiro amor.
Mas gera na mente um ideal, falso, de que para cada ser só existe um par perfeito e todos os outros ou não servem ou são fracas consolações.
Mas felizmente, não é assim. Pode (diria mesmo deve) amar-se muitas vezes ao longo da vida, de formas diferentes, consoante o parceiro e as circunstâncias, mas sempre de forma intensa e como se esse amor fosse único e eterno, mesmo sabendo que nada o é.
Ignorando isto, fiados no amor perfeito, no amor romântico dos livros e dos filmes, que, ou nunca chega ou cedo se vai, muitos perderão inúmeras oportunidades de amar e ser amados, de forma talvez menos perfeita, sim, mas infinitamente melhor do que não passar por elas.
Talvez isso seja o resultado da sedimentação cultural da extrema sensibilidade e intensidade com que realmente cada um vive o primeiro amor.
Mas gera na mente um ideal, falso, de que para cada ser só existe um par perfeito e todos os outros ou não servem ou são fracas consolações.
Mas felizmente, não é assim. Pode (diria mesmo deve) amar-se muitas vezes ao longo da vida, de formas diferentes, consoante o parceiro e as circunstâncias, mas sempre de forma intensa e como se esse amor fosse único e eterno, mesmo sabendo que nada o é.
Ignorando isto, fiados no amor perfeito, no amor romântico dos livros e dos filmes, que, ou nunca chega ou cedo se vai, muitos perderão inúmeras oportunidades de amar e ser amados, de forma talvez menos perfeita, sim, mas infinitamente melhor do que não passar por elas.