Thursday, March 19, 2009
Os males do mundo
Os males do mundo sempre existiram e foram imensos. As suas vítimas esquecidas são incontáveis. Guerras, doenças, cataclismos, fome, pobreza extrema, inumeráveis sofrimentos e injustiças foram uma constante da história humana.
O mundo moderno, com toda a sua parafernália de comunicação difunde (mostra à saciedade) agora muito mais e sobretudo imediatamente, alguns dos males do mundo.
Jornais e revistas, televisão e rádio e agora a internet, injectam-nos a cada dia overdoses de problemas.
Viciámo-nos no consumo dessas novidades, insensibilizando-nos para a realidade próxima pelo contacto repetido de imagens da realidade afastada.
Diariamente defrontados com problemáticas insolúveis, a nossa mente fica cada vez mais cansada e confusa de tanto se debater em vão. Essa impotência para resolver os problemas do mundo pode contagiar o nosso sentido do real. Ora o real, o nosso, é o real próximo, onde o nosso poder (autodeterminação, livre arbítrio) é vigoroso (e a nossa responsabilidade elevada). E não podemos perder isto de vista.
Considero-me co-responsável pelos meus actos e omissões conscientes, no domínio do real próximo e absolutamente irresponsável pelos males do mundo (o real afastado), contrariamente à opinião comum tantas vezes repetida de que “somos todos responsáveis” (pelos males do mundo).
Por isso, sou feliz e sempre fui (é a minha maneira de ser e eu respeito-me), apesar dos males do mundo. Durmo muitíssimo bem (se não tiver uma dor a chatear-me) apesar dos males do mundo.
Todos nós teremos, a seu tempo, a nossa quota parte de sofrimento (aliás foi o sofrimento que me ensinou que a ausência dele é ser feliz, só o não via).
O que for o nosso nos baste (por pequeno que fosse certamente nos bastaria, para fazermos parte da família humana, nesse seu vasto e incompreensível capítulo).
Se nos couber poder aliviar o sofrimento alheio concreto (diria real e próximo), façamo-lo e esqueçamo-lo. É em si mesmo recompensa bastante.
O mundo moderno, com toda a sua parafernália de comunicação difunde (mostra à saciedade) agora muito mais e sobretudo imediatamente, alguns dos males do mundo.
Jornais e revistas, televisão e rádio e agora a internet, injectam-nos a cada dia overdoses de problemas.
Viciámo-nos no consumo dessas novidades, insensibilizando-nos para a realidade próxima pelo contacto repetido de imagens da realidade afastada.
Diariamente defrontados com problemáticas insolúveis, a nossa mente fica cada vez mais cansada e confusa de tanto se debater em vão. Essa impotência para resolver os problemas do mundo pode contagiar o nosso sentido do real. Ora o real, o nosso, é o real próximo, onde o nosso poder (autodeterminação, livre arbítrio) é vigoroso (e a nossa responsabilidade elevada). E não podemos perder isto de vista.
Considero-me co-responsável pelos meus actos e omissões conscientes, no domínio do real próximo e absolutamente irresponsável pelos males do mundo (o real afastado), contrariamente à opinião comum tantas vezes repetida de que “somos todos responsáveis” (pelos males do mundo).
Por isso, sou feliz e sempre fui (é a minha maneira de ser e eu respeito-me), apesar dos males do mundo. Durmo muitíssimo bem (se não tiver uma dor a chatear-me) apesar dos males do mundo.
Todos nós teremos, a seu tempo, a nossa quota parte de sofrimento (aliás foi o sofrimento que me ensinou que a ausência dele é ser feliz, só o não via).
O que for o nosso nos baste (por pequeno que fosse certamente nos bastaria, para fazermos parte da família humana, nesse seu vasto e incompreensível capítulo).
Se nos couber poder aliviar o sofrimento alheio concreto (diria real e próximo), façamo-lo e esqueçamo-lo. É em si mesmo recompensa bastante.
Labels: capítulo, feliz, guerra, internet, jornais, males, mundo, revistas, sofrimento, vida